quarta-feira, 2 de junho de 2010

Paz: uma responsabilidade de todos


Todos nós podemos alcançar a PAZ. Mas para isso temos de utilizar estes meios que conduzam à Paz:

- Diálogo
- Perdão
- Reconciliação
- Justiça

Diálogo:
O diálogo é um meio para chegar à compreensão do outro, ao entendimento e para pôr fim a situações de conflito.
Isto é utilizado não só nas relações pessoais, mas sim nas relações de todo o mundo.
As condições essenciais do diálogo são: falar e escutar.
O diálogo é o melhor meio para a paz, porque permite perceber que o outro também tem valor.

Dialogar não é atacar o outro, mas expor e escutar, com o verdadeiro desejo de compreender e fazer-se compreender.


Perdão:
Por vezes confunde-se perdão com esquecimento da ofensa.
A frase “perdoa e esquece” pode levar a algumas confusões sobre o que significa perdoar.
Perante uma ofensa podemos ter reacções:

Negativas: insulto verbal, agressão física, indiferença...

Ou

Positivas: diálogo com quem ofende a fim de se manifestar o desagrado sentido e o perdão da ofensa.

“ NÃO FAÇAS AOS OUTROS O QUE DE MAL TE FIZERAM A TI.”

O perdão:
- Nasce: pelo diálogo
- Exprime-se: pela compreensão
- Põe termo: ao ódio
- Não dá espaço: à vingança
- Conduz sempre: ao encontro entre as pessoas, possibilitando o seu crescimento num ambiente de paz.

Reconciliação:
A reconciliação é uma consequência do perdão.
A reconciliação só é exercida quando duas pessoas o querem.
Reconciliar-se com alguém significa restabelecer uma relação quebrada.

Justiça:
A justiça só é um caminho para a Paz se houver perdão.
Pois, à justiça falta a força do perdão, que, no fundo, é a força do amor.
Se alguém ao querer ser justo ofende porque foi ofendido, só vai criar mais confusão.
“Não se deve fazer aos outros o que não é desejado para si.”


As quatro colunas da Paz são:
• verdade
• justiça
• amor
• liberdade
São estas as condições essenciais da paz.


Emanuel Quaresma, 7ºD

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Creio na alegria

Marcas da Vida

O Senhor é meu Pastor (Salmo 22)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Decálogo da Paz


1. Olha toda a gente com respeito e benevolência.
2. Não fales mal contra ninguém nem condenes pessoas ou instituições.
3. Perdoa as injúrias presentes ou passadas e livra-te do ódio.
4. Adopta um espírito de fraternidade, de serviço fraterno e convivência agradável.
5. Procura simplificar os problemas em vez de os agravar e busca soluções justas.
6. Não acompanhes os que praticam o ódio, a vingança e a violência.
7. Cria à tua volta um ambiente de compreensão, tolerância e compaixão.
8. Apoia os que trabalham pela paz, pela justiça e pela verdade.
9. Dedica algum do tempo a algum projecto de desenvolvimento, que é um dos nomes da paz.
10. Procura, com a ajuda de Deus, ser no mundo um sinal do Seu amor.

Mário Salgueirinho, In Seremos julgados pelo amor.

sábado, 15 de maio de 2010

Ser Mãe


Minha Mãe é como o sol
a brilhar na minha vida;
Dá-me beijos, acarinha,
conhece tudo o que sou
e em mim tudo adivinha.
Tem sorrisos que são flores
a brotar em cada dia:
são doces e discretos...
Aprendeu com a Mãe Maria
que viveu em Nazaré
plenamente a alegria.
Seus braços são enlaces
de consolo e segurança
com palavras e silêncios,
com cuidados e desvelos
que me trazem confiança.

Mãe:
não tenho medo do mundo
se, de mim, tu estás pertinho...
É tempo de gratidão!
Toma o meu coração
carregado de carinho.

Maria da Conceição Silva

As aparições de Nossa Senhora em Fátima


A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões.

In, http://www.santuario-fatima.pt/